Testes
hidrostáticos são bem sucedidos. Chip e cinto adaptado
para posicionamento de nadador não prejudica treino de atletas
de alto desempenho
Permitir a melhoria de pequenas falhas e
corrigir vícios dos atletas de alto desempenho, além de
documentar a evolução dos atletas no decorrer do tempo
são as propostas do "Sistema de Medição de
Velocidade em Tempo Real para Nadadores", o Velaqua.
Com o objetivo de contribuir na
melhoria do desempenho dos atletas, técnicas de
natação e nos resultados para as
instituições e, principalmente, para a melhoria da
natação mundial, desenvolvemos desde o início de
2005 a versão comercial do referido sistema.
O início de tudo ocorreu
quando o presente trabalho foi premiado, em sua versão
científica, como segundo melhor trabalho de
Iniciação Científica de 2002, pela Sociedade
Brasileira de Computação, em razão dos resultados
técnicos obtidos na época.
Atualmente todos os subsistemas
estão em testes, e a tecnologia a ser utilizada na piscina
já foi escolhida. O sistema é baseado e técnicas
de automação industrial, com sensores e microchips
espalhados no decorrer da piscina, que se comunicam com precisão
de centímetros com o chip que vai anexado ao cinto extensor de
nadadores.
Diversas técnicas, civis e
militares, de utilização de circuitos em meio aquoso
foram utilizadas, sendo as civis, baseadas em sistemas de
automação industrial mais bem sucedidas, atendendo aos
requisitos do sistema.
O tempo real para a
natação corresponde a leituras precisas a cada
centésimo de segundo, ou 0,01 s.
Porém, ao mergulhar cabos
transmitindo sinais digitais a velocidades superiores a 19.200 bps,
mesmo que em USB, não se mostrou confiável. Por isso,
utilizamos um protocolo industrial que permite ruídos das mais
diversas formas, ligação em rede dos sensores e uma
lógica complexa de localização do atleta e
direção na piscina para permitir atingir ao requisito
acima.
Com a lógica utilizada
atualmente no sistema, conseguimos precisão de até 0,007
segundos para cada leitura segura.
A equipe técnica de
natação envolvida no projeto iniciou os trabalhos em
agosto com os atletas da universidade, conforme ensaios que podem ser
solicitados através de contato (clique aqui) como sobre perfil e
ângulo da virada de atletas, robustez do chip junto ao cinto,
testes hidrostáticos adicionais, entre outros.
Estão sendo montados para
testes em setembro três módulos como o da foto,que em
agosto foram previamente testados e ajustados para trabalhar de forma
otimizada junto ao sensor que vai acoplado ao nadador.
Espera-se que em março de
2007 possamos agregar mais valor com o produto terminado aos atletas do
Brasil e do mundo, assim como entendemos que podemos integrar nosso
equipamento à equipamentos de outros institutos, já que
temos precisão de localização de apenas 10
centímetros.
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